Villa Irvana Arte
O menino que fez do metrô de Nova York sua galeria.
Kutztown, Pensilvânia, 1958 — Nova York, 1990. Aos 20 anos, Haring desceu ao metrô e encontrou sua primeira galeria: os painéis pretos vazios dos anúncios, onde desenhou a giz, milhares de vezes, o bebê radiante, o cachorro que late e as figuras que dançam de mãos dadas. Em uma década, levou o mesmo traço às galerias de Manhattan, à Documenta de Kassel, aos murais de Pisa e da Filadélfia — e à sua Pop Shop, onde a arte custava o preço de uma camiseta, porque "a arte é para todos". Morreu aos 31, deixando o século mais colorido do que encontrou.
A OBRA






VILLA IRVANA · BETO GATTI · KEITH HARING
Beto Gatti pergunta o que foi feito, na era das telas, da alegria de estarmos juntos — a mesma alegria que Keith Haring desenhou quarenta anos antes. E a Villa Irvana é a resposta dos dois: um lugar onde a arte não está pendurada — está à mesa, ao sol, na conversa. Dois artistas, uma convicção: a obra só se completa quando há gente por perto.